14.10.07

I

É quando lembramos na hora perdida:

Entoando canções de dias gloriosos,
perdidos no mel d'alva candura
donde calibra-se o peito de amor,
e mata-se bem o terror e a paúra.

Colhemos os frutos mais saborosos,
deleite da hora, branca lisura
da terra selvagem do pólen olor,
que sopra do vento, que a vida mensura.

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