Pra valer meu desapego,
cedo a ti meu precioso.
Vai virar desassossego,
q´ainda sou ganancioso.
Pra valer minha riqueza,
furto ouro qual vitória.
Se me indagas da nobreza,
falhará minha memória.
Pra valer minha armadura,
visto sério, algoz viril,
Não me aponte rachadura,
fácil, fácil parto em mil.
Pra valer minha esperteza,
que te engano faço conta.
Esperta és tu com sutileza,
que pra mim te faz de tonta.
Vira a cara e não me veja,
sou mordaz, covarde, vil.
Que meu “eu” que te caleja
pode ser meu “eu” fabril.
palavras contraditas
Há uma semana

Um comentário:
Eitá! Mas assim, pra virar poeta, só falta deixar o 'cabelo' e a 'barba' crescerem. kkkk.
Tá bom, mesmo sem cabelo e barba você tá escrevendo bem, bem.
beijo,
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