
Na senzala o
tempo santo
corre em vil
melancolia,
faz o tronco
seu intento
sufocar
a rebeldia,
que obriga o
desencanto
com o raiar
de um novo dia,
acordar do
teu alento
e parir morta
a alegria.
Dilacera o
o rouco canto
rompe curdo
em agonia
quando cantam
no teu dorso,
as chibatas
da alforria.

Um comentário:
Adrianoooooooo
sabe o q eu acho, sinceramente? q vc é loucoooo!!!!! kkkkkkkkkkkkkkk
Mas mesmo assim te considero muito tá...
huahauhauhauhau
Bjos
Postar um comentário